segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Em que pese a razão não há sentido nas tardes
Querer que haja motivo um desatino imenso
Para que o tempo se explique, corra à nossa vontade
Que seja uma espiral constante de acontecimentos.

Tantas impressões se avolumam com os dias
De perto não se pode contemplar tudo que abarca
De criança a velho… a chegada e a partida…
Momentos tão breves que quase não se nota.

Assim -  de quase em quase - se faz o todo
E cada todo é diferente – em si se molda
Com nossos movimentos (quase) nunca duradouros
Com aquelas emoções (quase) sempre ignoradas.

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