Abaixo o Império dos Sentidos
Que se instale a República dos Livres Pensamentos
Salve a queda desta Bastilha
Que nos aprisiona.
Pelo fim do reinado das misérias humanas
Cultivadas em milênios de paixões vãs
Que seja destronada a corte do efêmero
Pela Democracia do Bons Sensos.
Que os ventos da mudança varram a terra
Arrastando quem se enraíza
Envergando o rígido
E embrizando os mansos
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