No pior dos homens
Ao mais augusto verme
A Vida ferve.
Empurra o ser ao alto
À mais excelsa casa
De onde desce a potencialidade
E ascende a perfeição.
Mister se faz ter consciência
Que isso tudo é evolução:
Todo caminho, os passos,
A parada, a queda.
Tudo interligado
O conduzindo à sua meta.
Num lampejo de plenitude
O homem vê um dia sua fonte
De onde jorrou em caudalosas chuvas
A escorrer pelas encostas dos montes.
Do barro ao Céu, do Céu ao Centro.
Eis o movimento.
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